Diretor revela final alternativo do filme ‘Não Olhe Para Cima’: confira

Fala improvisada de Meryl Streep mudou o rumo da história de última hora ( Foto: Reprodução/Netflix)

 

Não fosse por uma improvisação da atriz Meryl Streep, o filme “Não Olhe Para Cima” teria outro final. O diretor do longa-metragem revelou a cena  que originalmente encerraria a trama em entrevista ao site Variety.

 

No corte final de “Não Olhe Para Cima”, o grupo consegue chegar a um planeta semelhante ao nosso, apesar de algumas mortes durante a viagem. Mas lá vivem espécies alienígenas de animais que ameaçam a vida de todos, e matam um deles. No final original, no entanto, isso não acontece.

Tudo começou quando Meryl  precisou improvisar uma conversa entre sua personagem, a presidente  Orlean, e o bilionário dono de uma empresa de tecnologia Peter Isherwell. “E ela, que é uma ótima improvisadora, disse, ‘Eu quero saber como vou morrer!’”.

 

A fala faz referência a uma cena anterior do filme, em que Isherwell diz ao astrônomo interpretado por Leonardo DiCaprio que sua empresa possui dados suficientes para prever a morte de qualquer pessoa. O empresário diz que a presidente será comida por um animal chamado “brontaroc”.

“Nós limpamos [a premissa] um pouco. Acho que todas as vezes que falávamos o nome da criatura, ele mudava, mas o take que usamos falava “brontaroc”, explicou o diretor.

 

“Depois que gravamos, eu disse, ‘Isto é muito engraçado. Nós devíamos terminar com ela sendo comida pelo brontaroc.

 

Mckay então pediu à equipe de efeitos especiais a criação de uma criatura nova. Na cena dos créditos, a presidente Orlean fica maravilhada pelo animal e, ao se aproximar, tem seu rosto atacado por ele, e morre.

 

“Isso significa que todo mundo nas espaçonaves acaba comido por brontarocs?”, ponderou o cineasta. “Na verdade, sim. Eu acho que sim.”

 

Originalmente, o final do filme seria com os sobreviventes discutindo quem construiria as primeiras casas humanas no outro planeta.

 

“O final original era tipo, ‘Bom, vamos começar a construir nossas casas’”, contou McKay. “E alguém diz, ‘Ah, a nave que trazia os trabalhadores explodiu’. E então Mark Rylance dizia, ‘Eu vou dar US$ 1 bilhão para quem construir uma casa para mim’.”

 

“E daí outro cara dizia, ‘Eu dou US$ 2 bilhões’. E aí você percebe que são todos bilionários”, continuou. “E eles ficam, ‘Eu dou US$ 5 bilhões! US$ 10 bilhões!’”, e acabávamos assim”.

Fonte: Mais Goiás

 

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